Historia da a evolução da linha Galaxy S até o mais novo S8

Confira a evolução da linha Galaxy S até o mais novo S8

Lançado originalmente em março de 2010, o primeiro smarpthone da linha Galaxy S foi um marco na história da Samsung. Abrindo portas para centenas de outros produtos e também para uma trajetória cheia de sucessos para a companhia, o smartphone não foi apenas uma simples revolução interna dentro da fabricante, mas também uma nova janela de oportunidades para que diversas outras empresas pudessem explorar o mercado com novos aparelhos.
Ambiciosa e com muita vontade de dominar o mercado de smartphones, a Samsung se viu encurralada em alguns momentos, mas ao mesmo tempo contou com aliados fortes para que a evolução dos seus smartphones fosse feita da melhor maneira possível. Aliando um hardware poderoso ao software da Google, o Android, a Samsung construiu laços de longa 




A concorrência com o iPhone e o grande salto para o Galaxy S2
Sabemos que Apple e Samsung nunca foram melhores amigas quando o quesito é o lançamento de smartphones. Embora as empresas sejam parceiras na distribuição de hardware, a disputa iPhone Vs. Galaxy S se estende por alguns anos e possivelmente continuará, o que tende a ser bom para os consumidores, de maneira geral.
Rodando Android 2.1 numa tela Super AMOLED de 4 polegadas, o Galaxy S já era muito melhor que a grande maioria dos smartphones daquela época. Sua câmera de 5 megapixels também foi um grande atrativo aos usuários, e no período, 24 milhões de unidades do smartphone foram vendidas, e a Samsung enxergou ali uma grande oportunidade de se sobressair em relação a outras fabricantes como HTC, Motorola e LG.




Passando de 4" para 4,3 polegadas, o Galaxy S2 é o que podemos chamar de "início de uma nova era" para a linha de flagships da Samsung. O aparelho com tela super AMOLED mostrou ao mundo que a empresa de JK Shin não estava na disputa somente para ser a primeira, mas sim a principal fabricante de smartphones para o público high-end (sem deixar de lado os outros mercados, é claro).

Apresentado em abril de 2012 durante a Mobile World Congress, o S2 chega para o mercado já com suporte à conectividade 4G (que ainda estava dando seus primeiros passos) e dois modelos com processador Snapdragon (1,5GHz) e Exynos (1,2GHz) de dois núcleos. Na época, o aparelho já era considerado um "monstro" tratando-se de hardware e já trazia 1GB de memória RAM. A sua câmera, naquela época, passada de 5MP para 8MP.



Galaxy S3 e o distanciamento da concorrência




Se a Samsung já era líder de mercado em diversos aspectos, foi pouco tempos após o lançamento do Galaxy S2 que a empresa se consolidou de uma vez por todas. A chegada do S3 para os consumidores foi vista como uma grande mudança em termos de hardware e software, além de uma mudança exterior que fez do novo aparelho um grande marco na história da companhia.
Logo após diversos processos judiciais contra a Apple por questões de design e quebras de patente, o projeto do Galaxy S3 ficou pronto e em 3 de maio de 2012 o aparelho foi lançado. Um sucesso! 9 milhões de unidades apenas na pré-venda para um aparelho com visual fantástico.

O hardware, como sempre, conquistou o público sem precisar fazer muito esforço na época, visto que o chip Snapdragon S4 dual-core com clock de 1,5GHz e 2GB de memória RAM, e outro modelo com chip Exynos quad-core com clock de 1,4GHz e 1GB de RAM já eram suficientes para que qualquer consumidor já olhasse para o atraente smartphone da Samsung com outros olhos.



A chegada do Galaxy S4 para reestruturar os moldes da empresa





Passaram-se os problemas que envolviam a briga por patentes e o sucesso do Galaxy S3 era iminente, mas claro, após as ações da Samsung, outras fabricantes passaram a crescer os olhos
em todo o sucesso da companhia. O que estava para acontecer nos meses seguintes já era previsto:

  • Fabricantes lançando aparelhos competitivos;
  • Celulares cada vez mais "inteligentes";
  • Recursos nunca antes utilizados;
  • Empresa focando em pontos específicos para atrair o consumidor (como na câmera) e outros.
HTC, LG e Sony passaram a também se destacar no mercado, mas a Apple continuava sendo o Calcanhar de Aquiles da Sul Coreana, que para se manter como uma das principais empresas precisou reinventar um pouco a sua política de lançamentos e fez do mais novo aparelho o seu mantra para os futuros lançamentos. O S4, basicamente, foi desenvolvido visando os próximos projetos e o trajeto que a companhia viria a traçar nos próximos meses de existência.



A velha história de "ascensão e queda"

Se no Galaxy S4 a Samsung conseguiu atingir as expectativas dos consumidores em cheio, no S5 a empresa acabou decepcionando um bom número de usuários que esperavam novidades. O leitor biométrico e os sensores inseridos pela Samsung acabaram não sendo o suficiente para fazer com que o S5 se tornasse um recordista de vendas, e apesar de ter tido um grande impulso ao redor do mundo o aparelho acabou não satisfazendo todos os usuários, que a partir dai passariam a ser um pouco mais rigorosos com a empresa.





O novo Galaxy S5 foi visto apenas como uma versão melhorada do Galaxy S4. Uma releitura com poucas modificações, estas que, segundo os atuais usuários da empresa, não justificavam a troca de modelo. Mas a grande preocupação da Samsung não estava focada apenas no medo do seu mais novo flagship não se tornar um sucesso, mas sim de que outras fabricantes haviam aprendido a fazer smartphones de respeito e que o mercado estava mais disputado do que nunca.
Era hora hora de começar tudo de novo e apresentar um projeto inovador. Foi partindo desse princípio que a empresa anunciou o Galaxy S6.

Projeto Zero e um recomeço



A Samsung trouxe para o seu novo modelo o que já era esperado: uma nova identidade. Se antes os aparelhos da linha Galaxy S já eram respeitados por serem robustos em todos os aspectos, a o S6 faz com que essa ideia seja levada ao pé da letra.
Abandonando de vez os modelos com 16GB, a Samsung aposta nas versões com 32GB, 64GB e 128GB do seu novo flagships para atrair os usuários. Aliado à 3GB de memória RAM, o processador Exynos 7420 de oito núcleos faz com que o mais novo smartphone da companhia dê um grande salto em relação aos modelos anteriores. Sua tela Super AMOLED de 5,1 polegadas com resolução de 2560 x 1440 pixels também é um grande diferencial

Galaxy S7 Uma experiência refinada






Embora o Galaxy S7 seja bem parecido, de fato, com seu antecessor, Galaxy S6, as mudanças sutis que acompanham o mais novo flagship da Samsung fazem uma grande diferença em sua experiência geral de uso. Alterações minimalistas prometem aperfeiçoar o sentimento de ter uma unidade do modelo em mãos, prezando pela ergonomia da estrutura e conforto oferecido ao usuário.



Samsung Galaxy S7 as inovadoras. Começando pelo LTE 4G que permite a transferência de dados e excelente navegação na internet. Enfatizamos a excelente memória interna de 64 GB com a possibilidade de expansão. 
Câmera discreta de 12 megapixel mas que permite ao Samsung Galaxy S7 tirar fotos de boa qualidade com uma resolução de 4290x2800 pixel e gravar vídeos em 4K a espantosa resolução de 3840x2160 pixels. A espessura de 7.9mm torna o Samsung Galaxy S7 um dos telefones mais completos e finos. 


Samsung Galaxy S8 | S8 Plus, a revolução






Galaxy S8 e o Galaxy S8 Plus estão entre nós. Depois de muitos (muitos mesmo!) vazamentos, finalmente a Samsung revelou ao mundo os celulares top de linha que chegam ao mercado com a chamada "tela infinita". A tela ocupa de uma ponta à outra do smartphone, o que no fim das contas resulta em uma experiência mais sofisticada de uso.
Estamos caminhando para um futuro em que o telefone celular basicamente se resumirá à tela com as informações que o usuário deseja consultar. No caso do S8 e S8 Plus, o display ocupa 83% da face do smartphone, com direito à tecnologia AMOLED que faz as imagens serem mais iluminadas e as cores, muito mais vibrantes.
Galaxy S8 Plus é o nome dado ao modelo com display maior, de 6,2 polegadas - este sim parece grande demais. Provavelmente os vendedores da Samsung vão indicá-lo para as pessoas que têm mãos maiores, enquanto o modelo tradicional será aquele considerado "pau para toda obra".










O fim do botão home como conhecemos
Pode reparar: os celulares da Samsung no seu bolso ou no de seus amigos possuem como marca registrada três botões físicos que ficam na área inferior da frente do telefone, logo abaixo da tela. Eles servem para abrir os aplicativos mais recentes, exibir a tela inicial ou voltar à atividade anterior. Tem sido assim faz muito tempo, com a Samsung resistindo aos botões virtuais que fazem exatamente as mesmas coisas.
Não mais no Galaxy S8. O botão home e os outros dois companheiros se tornaram digitais, numa decisão que serve para adicionar "mais tela" ao smartphone. A novidade faz sentido, pois não é necessário interagir com essas funcionalidades quando o usuário está assistindo a um vídeo da galeria de imagens, do YouTube ou do app da Netflix. As atividades multimídia serão mais imersivas, segundo a companhia

Neste lançamento, por exemplo, a câmera principal continua com 12 megapixels. Deve ser a mesma do Galaxy S7, do ano passado, porém com atualizações. O consumidor pode esperar fotos espetaculares e um excelente desempenho em ambientes de baixa luminosidade, tal qual na geração anterior.
O Galaxy S7 e o iPhone 7 Plus competiram cabeça a cabeça para ver quem levava o título de celular com a melhor câmera de 2016, pois qualquer das opções é formidável. O S8 deve seguir essa mesma lógica.
Quem gosta de selfies tem um motivo a mais para desembolsar a grana pedida neste smartphone: a câmera frontal pulou de 5 para 8 megapixels.


fontes 
http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2017/03/galaxy-s8-impecavel-num-primeiro-olhar.html

https://www.tudocelular.com/android/noticias/n52143/Historiaevolucao-linha-Galaxy-S.html

A lei do carma é bem clara: diz que nada do que se deve ao universo fica sem pagar. Há um perfeito sistema de acerto de contas nesse universo, uma constante troca de energia “de” e “para”

A lei do carma, ou de causa e efeito


     Toda ação gera uma força energética que retorna a nós da mesma forma. O que semeamos é o que colhemos.

     E, quando escolhemos ações que levam felicidade e sucesso aos outros, o fruto do nosso carma é a felicidade e o sucesso, também.


     Carma é a eterna afirmação da liberdade humana... Nossos pensamentos, nossas palavras, nossos atos, são fios de uma rede que tecemos ao redor de nós mesmos.

Swami Vivekananda



      A terceira lei espiritual do sucesso é a lei do carma. A palavra carma significa o conjunto das ações dos homens e suas conseqüências. É a causa e efeito simultaneamente, porque toda ação gera uma força energética que retorna para nós da mesma forma.

     É bem  conhecido o ditado: “Você colhe aquilo que semeia” . Portanto, não há nada de misterioso na lei do carma. Obviamente, se desejamos felicidade, precisamos aprender a semear felicidade. Carma implica, então, em escolha e ação conscientes.

     Tanto você quanto eu somos escolhedores infinitos. Em nossa vida, a todo momento, entramos no campo de todas as possibilidades, onde temos acesso a uma infinidade de escolhas. Algumas dessas escolhas são feitas conscientemente. Outras, não. Portanto, a melhor maneira de entender e utilizar ao máximo a lei do carma é estar conscientemente alerta para as escolhas que fazemos a todo momento.

     Quer você goste ou não, tudo o que está acontecendo neste momento é o resultado de escolhas feitas no passado (uma vez que o carma define o nosso destino). Infelizmente, muitos fazem escolhas inconscientes e, por isso, acham que não são escolhas. Mas, são !

     Se eu o insulto, é provável que você escolha se ofender. Se eu lhe faço um cumprimento, é provável que você escolha sentir-se grato e envaidecido. Pense bem: É sempre uma escolha.

     Eu posso insulta-lo e ofende-lo e você escolher não se ofender. Da mesma maneira, posso lhe fazer um cumprimento e você escolher não se sentir envaidecido.

     Em outras palavras, toda pessoa constitui – mesmo sendo um escolhedor infinito – um feixe de reflexos condicionados. Eles são disparados, constantemente, por circunstâncias e por pessoas, resultando em comportamentos previsíveis. Esses reflexos condicionados são iguais são iguais ao condicionamento pavloviano. Pavlov é conhecido por demonstrar que um cão, ao receber comida sempre que se fizer soar uma campainha, começará a salivar sempre que ouvir a campainha. Ou seja, o animal desenvolve um reflexo condicionado, ao associar um estímulo (comida) ao outro (som da campainha).

     Também nós, devido ao condicionamento, temos respostas repetitivas e previsíveis aos estímulos do ambiente. Nossas reações parecem ser disparadas automaticamente por pessoas e por circunstâncias. No entanto, esquecemos um fato: Essas reações são ,também, escolhas que fazemos a todo momento. Simplesmente, estamos escolhendo inconscientemente.

     Se você parar um pouco e começar a observar suas escolhas no momento em que elas ocorrem, mudará esse aspecto de inconsciência. O simples ato de observá-las transfere todo o processo do terreno do inconsciente para o terreno do consciente. Esse procedimento – escolher e observar conscientemente – é muito enriquecedor.

     Quando você faz uma escolha – qualquer uma – pergunte-se duas coisas: Primeira, “Quais serão as conseqüências da escolha que estou fazendo ?”;  Segunda, “Essa escolha trará felicidade a mim e aos outros ao meu redor ?”  A resposta à primeira questão você sentirá no seu coração e saberá imediatamente quais serão as conseqüências. Quanto à segunda questão, se a resposta for sim, então persista nessa escolha. Se for não, escolha outra coisa. É bem simples, mesmo !

     Entre a infinidade de escolhas disponíveis a cada segundo, só existe uma que trará felicidade a você e aos que estiverem perto. E, quando você faz essa escolha, ela resulta numa forma de comportamento chamada de ação correta espontânea. A ação correta espontânea é o momento certo. É a resposta certa para uma situação, no instante em que é dada. É a ação que nutre você e todos os que forem influenciados por ela.

     Há um mecanismo muito interessante no universo para ajudar a fazer escolhas espontâneas corretas. Esse mecanismo relaciona-se com as sensações físicas. Nosso corpo conhece dois tipos de sensações: Uma é a do conforto; a outra é do desconforto. Imediatamente antes de fazer uma escolha consciente, observe seu corpo enquanto faz a pergunta: “Se eu escolher isso, o que acontecerá ?”. Se o seu corpo enviar uma mensagem de conforto, é a escolha certa. Se o seu corpo enviar uma mensagem de desconforto, a escolha não é a adequada.

     Para alguns, a mensagem de conforto e desconforto se dá na região do plexo solar (2 a 3 cm abaixo do umbigo). Para a maioria, no entanto, se manifesta na área do coração. Conscientemente, preste atenção nessa área do coração e pergunte a ele o que fazer. Depois espere pela resposta – uma resposta física, na forma de sensação, mesmo que seja muito leve. O importante é que está lá, em seu corpo.

     Somente o coração conhece a resposta certa. Muita gente acha que o coração é piegas e sentimental. Não é. O coração é intuitivo. É holístico. É contextual. É relacional. Não se orienta por perdas e ganhos. Ele está conectado ao computador cósmico, ao campo da potencialidade pura, do conhecimento puro e do poder da organização infinita, que leva tudo em conta. Às vezes, pode até parecer irracional, mas o coração tem uma capacidade mais acurada e muito mais precisa de processar dados do que qualquer outra coisa que exista nos limites do pensamento racional.

     Você poder usar a lei do carma para gerar dinheiro e abundância e atrair para si o fluxo de todas as coisas boas, no momento que quiser. Mas, antes, precisa estar consciente lúcido de que o seu futuro é resultado das escolhas que faz a todo momento da sua vida. Se fizer isso regularmente, estará fazendo pleno uso da lei do carma. Quanto mais escolhas você fizer no nível da percepção consciente, mais corretas e espontâneas serão as escolhas – tanto para si, quanto para os que estão ao seu redor.

     E o carma passado ? Como ele influencia você agora ? Há três coisas que poder ser feitas em relação a isto. Uma é pagar os seus débitos do carma passado. É o que a maioria das pessoas escolhe fazer, embora inconscientemente. Isto também é uma escolha. Às vezes, há muito sofrimento envolvido no pagamento desses débitos, mas a lei do carma é bem clara: diz que nada do que se deve ao universo fica sem pagar. Há um perfeito sistema de acerto de contas nesse universo, uma constante troca de energia “de” e “para” .

     A segunda coisa que você pode fazer é transmutar, ou transformar, o seu carma numa experiência mais agradável. Esse é um processo muito interessante. Você pode se perguntar, quando está pagando um débito: “O que eu estou aprendendo com essa experiência ? Por que isto está acontecendo ? Qual é a mensagem que o universo está me transmitindo ? Como posso tornar útil esta experiência para os meus semelhantes ?”

    Ao fazer isto, você enxerga a semente da oportunidade e ata essa semente ao seu darma, que é o seu propósito de vida e do qual falaremos na sétima lei espiritual do sucesso. Isso lhe permitirá transmutar o carma numa nova expressão.

     Por exemplo, se você quebrar a perna jogando bola, pergunte-se: “O que esta experiência está me ensinando, que mensagem o universo está me ensinando, que mensagem o universo está me enviando ?” Talvez seja a mensagem de que você precisa diminuir o ritmo e ter mais cuidado e atenção com o seu corpo da próxima vez. E, se o seu darma for transmitir aos outros o que sabe, então, ao se perguntar, “como eu posso tornar mais útil aos meus semelhantes ?”, talvez você decida compartilhar o que aprendeu escrevendo um livro, ou jogando bola com mais cuidado. Talvez até desenhe um sapato especial, ou um protetor de perna, que evite esse tipo de ferimento a outras pessoas.

     Dessa forma, enquanto paga o seu débito com o carma do passado, você está convertendo adversidade num benefício que poderá lhe trazer riquezas e satisfações. É a transmutação do seu carma numa experiência positiva. Você não se livra realmente do carma, mas consegue usar um episódio a ele para criar um carma novo e positivo.

     A terceira maneira de lidar com o carma é transcendê-lo. Ou seja, é entrar em contato com o seu íntimo, com a alma, com o espírito. É como lavar roupa suja no riacho. A cada vez que você mergulha a roupa na água, elimina algumas manchas. Continua mergulhando e a roupa vai ficando cada vez mais limpa. Você limpa, ou transcende os obstáculo do seu carma, entrando e saindo do seu EU profundo, do seu íntimo. Isso é feito através da meditação.

     Todas as nossas ações são episódios ligados ao cama. Beber uma xícara de café, por exemplo, é um deles. A ação gera memória, a memória tem a capacidade ou o potencial de gerar desejo, e o desejo gera novamente a ação. Os processadores operacionais da sua alma são o carma, a memória e o desejo. A alma é um feixe de consciência que contém as sementes do carma, da memória e do desejo. Tornando-se consciente dessas sementes, você passa a ser um gerador consciente da realidade. Ao se transformar em um escolhedor consciente, você passa a gerar ações transformadoras para si e para os que estão ao seu redor. E, é só isso que precisa fazer.

     E, como o carma é transformador – tanto para o seu íntimo quanto para todos os que são afetados por ele – seu fruto será a felicidade e o sucesso.




Doenças Causadas Pelo Ar (Para trabalho de escola ) 5 doenças causadas pelo ar


 
Doenças transmitidas pelo ar
O ar é muito importante para os seres vivos. Nele está o gás oxigênio, que é fundamental para a vida das pessoas e animais. Porém, traz consigo partículas de poeira, gases tóxicos e muitas doenças.
Ambientes mal circulados e a falta de higiene das pessoas são os principais agentes transmissores das doenças presentes no ar.
As bactérias podem transmitir doenças através do ar, como a tuberculose e a meningite. Há também a pneumonia, difteria e coqueluche.
 
As doenças causadas por vírus são as viroses. São evitadas, geralmente, com vacinas e através da boa alimentação. Podem ser: gripe, caxumba, poliomielite e o sarampo.
 
 
(1)   Tuberculose
 
É provocada pelo bacilo de Koch, que ataca o ser humano e também outros animais. É contagiosa e pode se manifestar em vários órgãos do corpo.
A mais comum é a tuberculose pulmonar. bacilo passa de pessoa para pessoa através da tosse, que vai para o ar e contamina outra pessoa. Ou também pelo contato com roupas, talheres e outros objetos contaminados, por isso a pessoa infectada deve usar tudo separado e bem esterilizado.
Seus sintomas só são percebidos meses depois da instalação da bactéria no organismo. É muito confundido com mal-estar. Ou um simples resfriado. Com o avanço da doença, iniciam-se as tosses com catarro, febre, palidez, falta de apetite, emagrecimento e consequentemente fraqueza geral.
Se não for tratada, pode causar lesões nos pulmões (no caso da tuberculose pulmonar) até a sua completa destruição.
Esta doença pode ser curada. Por meio de radiografias, é possível detectar a doença.
A prevenção é feita através da vacina BCG.
 
(2)   Meningite meningocócica
 
É uma doença que ataca as meninges, que são membranas que protegem o sistema nervoso central. É causado pela bactéria neisseria meningitidis. Seus sintomas são dor de cabeça muito forte, febre, vômitos e dor na nuca.
Deve ser combatida logo no seu estágio inicial.
A pessoa que contai esta doença deve ficar isolada e hospitalizada porque pode ser transmitida pelo ar para outras pessoas. 0 contágio se dá pelas vias respiratórias. A prevenção é feita por meio de vacinas.

     (3) Pneumonia:
É uma doença temida, que resulta de gripes e doenças antecessoras mal curadas. A Pneumonia ataca o pulmão, enchendo os brônquios com pus e causando falta de ar e desconforto.
Seus sintomas são febre alta, catarro com coloração escurecida.
A prevenção é simples, dieta saudável e vacina.
 
(4)   Coqueluche:
A Coqueluche é uma doença que foi controlada, mais voltou em grande número de casos.
 
Seus sintomas são: vômito, dor, falta de ar, sufocamento e grande prolongamento da tosse como antigamente era chamada "Tosse comprida".
Ela pode ser prevenida com vacina e também com distância dos contagiados, e é bem comum em pequenas crianças.
 
 
(5)   Gripe

É a virose mais comum. É contagiosa e provoca distúrbios no aparelho respiratório. Causam febre, mal-estar, dores de cabeça e nas costas. Se não for bem curada pode causar outras doenças mais graves como a pneumonia e a tuberculose.
Para combater a doença, devemos:
-                      repousar;
-                      beber líquidos e sucos com vitamina C para reforçar as defesas do corpo;
-                      usar lenço ao tossir ou espirrar para não contaminar outras pessoas.

Gripe H1N1
Hoje em dia, temos ouvido muito em rádios, na televisão, em sites o assunto da Gripe A, ou H1N1 que levantou em surto.
Esta doença é contagiosa, e têm sintomas semelhantes ao da gripe normal: febre repentina de 38 e 39 graus, dor na garganta, articulações ósseas, tosse e coriza.
0 infectado deve ser tratado logo que o vírus seja detectado, além de receber cuidados especiais e isolamento durante algum tempo.
Podemos prevenir a H1N1 por vacinas, hábitos simples de higiene como lavar bem as mãos, evitar locais aglomerados e fechados, 

Por que o dólar é referência monetária mundial?

Padrão-ouro
O século XIX e início do século XX foram marcados por uma economia regida com base na política do padrão-ouro, que prezava que o valor de cada moeda correspondia  a determinada medida de ouro - uma relação administrada pelo mercado e não pelos governos. O dólar, por exemplo, equivalia a 1/20 de uma onça-ouro.  
Essa política começou a entrar em declínio com a 1ª Guerra Mundial. Para que a guerra fosse financiada, os países europeus tiveram de aumentar a oferta de dinheiro em espécie, movimento que causou a inflação excessiva e a depreciação das moedas. 
Como as reservas de ouro de cada país não foram suficientes para atender a emissão desenfreada de dinheiro, os governos acabaram por abandonar o metal como meio de troca. 

Os EUA foram os únicos a se manterem fiéis ao sistema do padrão-ouro. Enquanto libras, marcos, francos e outras moedas européias depreciavam-se em relação ao lastro do metal,  desvalorizavam-se também em relação ao dólar.

Esse sistema econômico vigorou na economia norte-americana até o ano de 1934, quando é então abandonado por conta da Crise de 29. A decisão do governo americano representava uma tentativa de reavivar a economia e conseguir sair da depressão.
O caos econômico estava instaurado na Europa e nos Estados Unidos, que precisavam encontrar um sistema monetário internacional que fosse viável a todos.
A proposta que culminaria na solução foi apresentada apenas em 1944, durante a conferência de Bretton Woods. O acordo previa que os países da Europa Ocidental deveriam acumular dólares como reserva, enquanto os EUA guardariam reservas em ouro. Dessa forma, o dólar se transformou na principal moeda de troca para pagamentos internacionais.

Bretton Woods também marcou o início de uma era na qual os EUA firmaram-se como líderes econômicos e políticos de um mundo em vias de se dividir por conta da Guerra Fria.  Foi na ocasião desta convenção, atendida por  chefes de estado de 41 nações do mundo, que o país liderou a criação do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial. 
"O acordo marca a transição de poder da hegemonia inglesa para a hegemonia norte-americana", diz Antonio Carlos dos Santos, coordenador do curso de economia e comércio internacional da PUC-Barueri.
Dólar no mundo
Segundo o professor, a força de expressividade de uma moeda é reflexo da importância política e econômica que o país emissor exerce no cenário mundial. O dólar é prova desta tese. Fora os EUA, existem mais seis nações que usam a moeda norte-americana como oficial: Timor Leste, Equador, El Salvador, Iraque, Palau e Panamá.
Isso acontece por conta do nível de degradação que as economias desses países atingiram. "O Estado abre mão da prerrogativa de emitir uma moeda nacional e perde a autonomia das políticas monetárias, pois o dólar é emitido pelos Estados Unidos", explica. 

E a hegemonia do dólar no cenário econômico mundial parece estar longe do fim. O dólar, apesar de todos os reveses financeiros enfrentados pelos EUA nos últimos três anos, se manteve todo o tempo como porto seguro dos investidores internacionais.
"A história mostrou a incrível capacidade de recuperação da economia norte-americana. Bancos Centrais do mundo vão continuar a aplicar suas reservas na aquisição de títulos da dívida pública dos EUA", diz Santos.
Na verdade, ao longo das últimas décadas o dólar e o sistema bancário dos Estados Unidos enfrentaram - e superaram - diversos reveses econômicos. Entre os períodos de baixa da moeda, estão a depressão econômica entre os anos de 1873 e 1907 e a crise de 1929, que assolou os Estados Unidos e levou à falência cerca de 10.000 bancos em menos de cinco anos. 
Moeda única
Apesar de a hegemonia americana ainda não ser contestada, basta que os EUA enfrentem alguma dificuldade financeira ou o dólar inicie um ciclo de desvalorização para que o debate sobre a criação de outra moeda para pagamentos internacionais volte à tona. 
Um dos principais defensores da criação de uma moeda única mundial é Robert Mundell, premiado com o Nobel de Economia em 1999 e considerado o pai do euro.

"Em teoria, é uma ótima idéia porque permite eliminar custos e facilita as transações entre diversos países. Uma só moeda corrente no mundo inteiro acabaria com a volatilidade", diz Santos, da PUC. Entre as possibilidades ele cita o dólar, o euro ou uma moeda emitida pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) ou pelo Banco Mundial.

Apesar das facilidades que uma moeda única traria para a economia global, as dificuldades que a Europa vêm enfrentando para consolidar o euro como moeda comum evidenciam que o mundo ainda precisa evoluir para que um acordo monetário mais amplo seja fechado.
"Se a própria Europa está com dificuldades para lidar com o euro, imagine o mundo inteiro utilizando apenas uma moeda", conclui Santos.


Ano bissexto. O que é e por que existe? -Por que existem anos bissextos?

Se queremos entender por que os anos bissextos existem, devem atentar para o movimento da Terra ao redor do Sol: nosso planeta gira 365,24219 vezes durante uma órbita completa ao redor do astro, de modo que um ano dura 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 56 segundos – e não simplesmente 365 dias.
O imperador romano Júlio César teve a ideia de criar o ano bissexto. Se a cada ano nós contássemos apenas os 365 dias, perderíamos quase seis horas anuais, as quais precisamos de alguma forma recuperar. Assim, durante três anos contamos os 365 dias, e no quarto – o ano bissexto – recuperamos o dia que falta, acrescentando este dia 29 a fevereiro.
O que aconteceria se não fizéssemos isso?
O ano bissexto tem uma boa explicação. Se não acrescentássemos um dia completo a cada quatro anos, as estações acabariam descompassadas do calendário, de tal maneira que, depois de 700 anos, no Hemisfério Sul o Natal cairia em pleno inverno, e no Hemisfério Norte seria o contrário.

Foi no ano 44 antes de Cristo, quando da adaptação ao calendário juliano – baseado no movimento solar –, que os anos passaram a ter 365 dias, divididos em 12 meses de 30 ou 31 dias, exceto fevereiro, com 28. Os romanos estavam cientes de que os 365 dias não eram um cálculo exato, por isso a cada quatro anos acrescentavam um dia a mais ao calendário. Posteriormente, no ano 1582, o calendário gregoriano (promovido pelo papa Gregório XIII) substituiu o juliano, ajustando um pouco mais a defasagem que ainda existia no calendário juliano e acrescentando exceções aos anos bissextos: não o serão os anos múltiplos de 100, salvo se forem também divisíveis por 400. Deste modo, os anos atualmente têm em média 365 dias, 5 horas, 49 minutos e 12 segundos. Apesar do ajuste feito, ainda há uma defasagem de alguns segundos – serão precisos transcorrer 3.200 anos para que um dia de desvio se acumule.